Por Valor Econômico
Com melhora do mercado de trabalho, taxa vem em queda desde 2021, mas perfil segue o mesmo
Mulheres, negros, nordestinos e pessoas com baixa escolaridade foram maioria entre os desalentados nos últimos quatro anos no país. No período, a taxa de desalento caiu de 5,5% no primeiro trimestre de 2021 para 2,4% no terceiro trimestre de 2025, acompanhando a recuperação do mercado de trabalho, mas não foi suficiente para mudar o perfil do indicador, segundo estudo do FGV Ibre.
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